Imóveis compactos vieram para ficar

Jornal:      DIÁRIO DO NORDESTE
Editoria:   ECONOMIA
Assunto:   Mercado Imobiliário
Data:      22/01/2009 – quinta-feira

COM INFRA-ESTRUTURA

 

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Imóveis compactos vieram para ficar

 

Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

Perfil

´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

 

Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

Perfil

´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

Imóveis compactos vieram para ficar

 

Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

Perfil

´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

 

Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

Perfil

´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

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Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

Perfil

´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

 

Modelo de imóvel em Fortaleza acompanha a mudança de estilo das famílias, que estão menores

Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

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´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

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Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

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´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

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O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.

 

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Imóveis compactos, a partir de 50 metros quadrados (m²), em condomínios com ampla infra-estrutura de serviço e lazer, e localização com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores. Essa é a tendência do mercado imobiliário de Fortaleza, independente da região da cidade, seja em bairros periféricos ou na costa litorânea da cidade.

A novidade na Capital adapta-se ao novo formato da família contemporânea, que está também exigente em relação a moradia. De acordo com o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) no Ceará, Armando Cavalcante, os novos empreendimentos acompanham a mudança de estilo das famílias. ´As famílias estão menores´, observa.

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´Esse tipo de imóvel é destinado a casais na terceira idade cujos filhos já saíram de casa; a recém-casados; famílias com apenas um filho; solteiros ou separados que estão reconstruindo a vida e não precisam de tanto espaço. Esse público também se tornou mais exigente. Para eles quanto mais infra-estrutura melhor, inclusive pelo aspecto da segurança e da comodidade´, detalha Armando Cavalcante.

Localização dita preço

O preço também pode ser acessível, dependendo da localização. ´Numa área como a Água Fria, onde o metro quadrado do terreno é mais barato do que na Beira Mar, os imóveis ainda são maiores´, compara. ´Mas é possível morar bem no Meireles, Aldeota ou mesmo na Beira Mar, em apartamentos menores, sem ter que pagar tão caro´, completa.

Para o vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro, a redução no tamanho das residências também ocorreu para tornar viável a construção em áreas nobres.

´Os terrenos nessa regiões encareceram bastante. Embutir o valor no custo do imóvel onera demais os preços, dificultando a venda. A saída das construtoras foi investir em imóveis com menor área´, explica Montenegro.

Segundo ele, além de tornar o preço mais acessível em regiões bem localizadas, os imóveis mais compactos casaram com a necessidade do consumidor. ´Hoje, com o marido e a mulher trabalhando e com a dificuldade de manter uma empregada doméstica, é mais fácil manter a casa em ordem quando o espaço é menor´, argumenta o empresário.

Para o vice-presidente do Sinduscon-CE, o fato é que o negócio vem dando certo. ´Não é por acaso que esse tipo de empreendimento é sucesso de vendas em Fortaleza´, resume Montenegro.



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