Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Baixa renda agora é o foco
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.
Novo programa habitacional do governo, voltado à classe média baixa, será divulgado até o fim deste mês
O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços.
A ideia da equipe do governo é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo, que taxa em 7% o imóvel em construção.
Para a presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção.
O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.
Do ponto de vista tributário, até agora não se trabalha com um volume elevado de desonerações. Mesmo porque o espaço é limitado pela queda de receitas e pela disposição do governo de ampliar significativamente a execução dos investimentos públicos.
Além da desoneração do RET, o governo discute nova rodada de redução de impostos sobre materiais de construção. Não está descartada, a possibilidade de novas medidas de desburocratização na contratação de empréstimos para financiar a compra de material de construção.
O plano deve contemplar também a classe média alta, ampliando o valor do imóvel que pode ser adquirido com o FGTS, de R$ 350 mil para até R$ 600 mil. A opção de permitir o uso mensal do Fundo está praticamente descartada.